DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN

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Estudante do curso de Educação Física afirma que estudar é um sonho que está realizando

 O Dia Internacional da Síndrome de Down, comemorado hoje dia 21/03, foi escolhido nesta data para representar uma alteração genética no cromossomo 21, mas no caso das pessoas com a síndrome aparece com 3, sendo a trissomia. A ideia surgiu na Down Syndrome Internacional, através da ideia do geneticista Stylianos E. Antonarakis, da Universidade de Genebra e foi implementada no calendário oficial pela Organização das Nações Unidas.

A Síndrome de Down é uma condição genética, e não uma doença, assim a data tem como objetivo conscientizar a sociedade sobre a importância do combate ao preconceito, decorrente da falta de informação. Nesse mesmo dia é reforçada a luta pela inclusão e pelos direitos das pessoas com Síndrome de Down.

Os cursos da Faculdade Max Planck têm como objetivo promover a educação socialmente responsável, com alto grau de qualidade, propiciando o desenvolvimento dos projetos de vida de seus alunos. “O processo de inclusão de um aluno na Max, independente da necessidade, reforça o respeito e a importância da interação social. Acredito que as limitações são impostas pela falta de informação de algumas pessoas, pois temos vários alunos medalhistas paralímpicos que são exemplos de superação e independência para os outros”, afirma o coordenador do curso de Educação Física, professor Pedro Bulgarelli.

A estudante Bianca Dias Tagliacozzo, do 7º semestre de Educação Física, que tem Síndrome de Down comenta sobre a experiência de realizar uma graduação. “Estudar é um sonho que estou realizando, quero esse ano me formar no curso, me especializar em Personal Trainer e ter minha academia”. A aluna leva ainda uma vida agitada fora da instituição com diversas atividades e a responsabilidade do estágio. “Faço musculação na academia Let´s Fit , gosto de ir a baladas de rock e sertanejo, ler livros e assistir filmes. Além disso, faço estágio de natação na Academia do Taquaral”.

A mãe da estudante, Gláucia Moraes Dias que é Doutora em Biologia e Pesquisadora Científica do Instituto Agronômico de Campinas, afirma que escolher a Faculdade Max Planck foi uma importante decisão. “Escolhemos a Max Planck por ser uma faculdade inclusiva e aberta ao diálogo, o que é muito importante para a formação acadêmica da Bianca. Além disso, os estudos proporcionam um senso de responsabilidade e amadurecimento, como em qualquer outro jovem”.

O coordenador comenta sobre a trajetória de Bianca, dentro da instituição. “A história da Bianca dentro da Max é muito interessante, porque quando ela decidiu começar o curso a família procurou a instituição para conhecer a infraestrutura e o projeto pedagógico, no início foi definido que ela iria cursar somente algumas disciplinas, mas depois em conversa com a coordenação do NIAC – Núcleo de Inclusão e Acessibilidade (Programa Acadêmico da Faculdade Max Planck) e a psicóloga da estudante definimos que o melhor seria ela participar de todas as atividades. E nesse decorrer dos três anos que ela está fazendo o curso de Educação Física posso dizer que é uma das alunas mais exemplares, sempre apresenta todos os trabalhos, participa das atividades e ao mesmo tempo proporciona um aprendizado muito grande para os professores e colegas de classe”, afirma o coordenador.

Gláucia Moraes Dias participa do projeto Espaço XXI, que tem como objetivo reunir mães com foco em desmistificar que as pessoas com Síndrome de Down são diferentes. “O projeto tem como objetivo informar que elas são pessoas que fazem parte da diversidade humana e devem participar das atividades como qualquer outro cidadão”, esclarece.

A Faculdade Max Planck está apta para receber a todos, como afirma o coordenador. “O NIAC – Núcleo de Inclusão e Acessibilidade realiza um fantástico de orientação e capacitação dos docentes, de acordo com as necessidades e situação, sem perder a essência do curso e para o melhor aproveitamento do estudante. Então sempre nos preparamos para que o aluno esteja inserido totalmente em todas as atividades, como visitas técnicas, aulas práticas, provas, entre outros”, comenta Pedro Bulgarelli.

 

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