Alunas de Fisioterapia celebram segunda bolsa no Programa de Iniciação Científica da MAX

Alunas-de-SucessoA caminho do 8º semestre, estudantes reforçam vocação na área da Saúde

“Prevenção de linfedema em mulheres no pré-operatório de Mastectomia” é o nome do trabalho desenvolvido pelas alunas de Fisioterapia Priscila de Oliveira e Sabrina Barbieri. Ao final do 7º semestre, é o segundo projeto que a dupla emplaca no Programa de Iniciação Científica (PIC) da MAX. Com a conquista, as estudantes garantiram bolsa auxílio, além de orientador dedicado a auxiliá-las até a finalização do projeto.

“O câncer de mama é uma doença que infelizmente vem crescendo, mas que tem cura com o diagnóstico precoce. E essa é uma das áreas que o fisioterapeuta pode atuar. Com essa participação no PIC você acaba tendo conhecimento maior do que está pesquisando, porque com a pesquisa e a busca por artigos científicos você aprofunda mais o conhecimento. Com isso consegue publicar, o que dá um bom resultado para o profissional ou aluno, porque consegue um reconhecimento, especialmente quando sair da faculdade”, conta a aluna Sabrina.

A parceria com a colega Priscila teve outro trabalho desenvolvido em 2016: “Análise de pacientes lombálgicos para ver atuação dos músculos paravertebrais e multífidos” – trabalho apresentado no Encontro de Iniciação Científica – ENIC 2016 da Faculdade Max Planck, realizado nos Campi I e II, de 7 a 9 de dezembro. “Nós temos um incentivo muito grande dos docentes, especialmente do coordenador sobre pesquisa. Tanto que na minha sala todos já produziram artigos. É um grande diferencial da MAX”, comenta a estudante Priscila.

O PIC é um benefício disponível para todos os alunos da Faculdade, dentro da área de Programas Acadêmicos. Com o programa é possível ganhar incentivo de R$ 400 reais de bolsa. “Todas as informações estão no site da MAX, basta o aluno ficar atento à abertura das inscrições e participar. É uma atividade de extrema importância para formação pois promove a iniciação dos alunos à pesquisa”, diz a gestora de Programas Acadêmicos, professora Luana Schneider Vianna.

Vale lembrar que as alunas tiveram um trabalho apresentado no Congresso Internacional de Fisioterapia em Coluna Vertebral, realizado em 2016 no Ceará, com o título “Estudo eletromiográfico dos músculos eretores da espinha e multífidos de indivíduos com lombalgia crônica, submetidos a RPG”.

“Esses trabalhos do Programa de Iniciação Científica são muito importantes para a formação dos futuros fisioterapeutas. Garantem a aproximação da prática ainda no ambiente acadêmico. E os resultados dessas alunas comprovam o benefício dessas iniciativas”, afirma o coordenador do curso de Fisioterapia, professor Antonio Carlos Ribeiro Eduardo.

VOCAÇÃO PARA A SAÚDE
As alunas não têm dúvidas quanto à área de atuação. Formada em Enfermagem, Priscila resolveu fazer Fisioterapia por influência da família. “Pensei em fazer pós, mas iria me levar a um lugar só e eu queria ampliar. Conversei com meus pais e eles sugeriram Fisioterapia. Estou gostando bastante do curso”, afirma.

Para a aluna, a proximidade com o corpo docente e os investimentos frequentes em infraestrutura são diferenciais da MAX, além do incentivo à pesquisa. “Na outra graduação eu nem conheci o coordenador. Aqui nós convivemos com ele, assim como temos proximidade com todos os professores. E isso acaba sendo uma experiência a mais para o aluno, podemos usufruir bastante do conhecimento deles, que é bem vasto”, declara Priscila.

Sabrina concorda com a colega e destaca as aulas práticas como outro diferencial importante de Fisioterapia. Entre outras atividades interessantes, a estudante lembra de uma palestra sobre ergonomia aos alunos de Gastronomia.

“Ensinei a eles sobre o tipo de mobiliário que podem usar na prevenção de lesões osteomusculares, vindas do trabalho deles que é árduo, pois ficam o dia todo em pé. Com isso, podem ter lesões de coluna, musculares e ósseas. Eles gostaram bastante. Não sabiam, por exemplo, que podiam usar panelas como apoio para realizar atividades, melhorar a postura e diminuir as dores. Muitos vieram conversar comigo após a aula falando de dores na coluna e ombros por conta das atividades, mas que iriam adotar as novas posturas para evitar os problemas”, conta.

Unidas pela MAX e por projetos científicos, as estudantes têm ambições diferentes para o futuro, comprovando o perfil amplo da área de Fisioterapia. “Eu trabalho como enfermeira na área de dermatologia e ginecologia. Mas com o avanço do curso, tenho me interessado bastante por ortopedia e cardiologia. Acredito que vou seguir em uma dessas áreas”, diz Priscila. “Eu sempre quis fazer a área da Saúde, o meu foco sempre foi cuidar das pessoas e a Fisioterapia veio junto com esse sonho. Gosto muito das áreas hospitalar e clínica, mas vamos ver o que o futuro nos reserva após concluir o curso”, finaliza Sabrina.

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