Mobiliário urbano é tema de atividade prática de Arquitetura e Urbanismo

DSC_0040Alunos do 7º semestre desenvolveram maquetes de bancos em diferentes estilos

Na reta final do 7º semestre, alunos de Arquitetura e Urbanismo participaram de atividade prática multidisciplinar. O desafio da disciplina Desenho de Objeto foi desenvolver mobiliários urbanos complementando os trabalhos produzidos na disciplina Projeto Arquitetônico. Os trabalhos ficaram em exposição no Centro de Convivência no dia 12/06.
“Os alunos foram divididos em grupos. Cada um projetou um tema, como escola de arte e museu, e dentro desses projetos nós entramos com os mobiliários urbanos, como banco, lixeira, poste de iluminação, bebedouro, placa de informação. A partir daí foram feitas as maquetes dos bancos em escala de 1 para 10”, explicou o professor Eduardo Balceiro, responsável pela iniciativa.

Segundo o docente, a atividade está alinhada com os conceitos do curso, que é direcionado para formar profissionais críticos e engajados nas áreas de Arquitetura e Urbanismo. “Quando o arquiteto vai projetar o bairro ou a cidade, ele tem que levar em conta o mobiliário urbano e quem será o usuário. Por exemplo, teve um grupo que projetou uma escola de música. E os alunos optaram em fazer um banco em formado de teclado de piano. Ou seja, o conceito e as ideias deles foram inspirados em temas musicais”, disse.

Detalhes como ergonomia e acessibilidade também foram levados em consideração. “É o caso do grupo que projetou uma escola e o banco tem um espaço para a leitura, parecido com uma chasie. Tem um banco que é normal, para as pessoas sentarem, e tem um espaço para o cadeirante, com o tamanho mínimo de largura e comprimento para caber a cadeira”, contou o professor.

Para a aluna Aline Oliveira Farias, a atividade foi um bom exercício para aprender de forma prática. “Estamos acostumados a fazer só em 3D. As maquetes são muito importantes por serem a representação do mobiliário, que faz parte do nosso projeto arquitetônico. No nosso caso foi um jardim botânico e o mobiliário foi pensado levando em conta aspectos da natureza e sustentabilidade, então fizemos os bancos com pallets. Já as placas informativas, bicicletário e poste usamos ferros para remeter aos galhos das árvores e folhas”, afirmou.

As áreas de urbanismo e paisagismo estão na preferência da estudante desde o início do curso. “Popularmente o arquiteto é sempre ligado a projetos arquitetônicos para residências e edifícios. Mas é possível trabalhar também na parte de urbanismo, de paisagismo, de designer de objetos. Então, é um leque grande de opções”, comentou.

O curso de Arquitetura e Urbanismo da MAX é o único na Região Metropolitana de Campinas (RMC) em que o aluno, desde o 1º semestre, tem contato com o funcionamento das estruturas das edificações e por isso, desde o início do curso, tem consciência dos sistemas construtivos ao pensar o projeto. Além disso, a disciplina de Fundamentos de Projetos trabalha conceitos de concepção e processo projetivo, aliando criatividade, com outros conceitos aplicados como o conhecimento de Topofilia, descrito como elo afetivo entre a pessoa e o lugar ou ambiente físico, diferente das outras instituições de ensino. Outros diferenciais são as aulas práticas e interativas que permitem ao aluno atuar com mais propriedade no desenvolvimento de projeto e suas intervenções, sempre tendo como norteador a responsabilidade social.

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